Quando foram incumbidos de desenvolver o projeto do Fit, os engenheiros japoneses tinham a missão de criar um carro que agradasse ao público de seu país, que pedia um carro prático, econômico e durável. Mas eles acabaram acertando na receita para agradar mercados que nem imaginavam, como Brasil, Europa e Estados Unidos.
Agora, a segunda geração do modelo, apresentada no Salão de Tóquio do ano passado, busca corrigir o que falta para agradar a todo mundo. Ele, que fará sua estréia no Brasil no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, perdeu o jeito de "pokémon", ganhou um ar mais agressivo e ganhou massa muscular.
São 5,5 centímetros a mais no comprimento, 2 na largura e 5 no entreeixos. O pára-brisas agora está mais inclinado, com um ângulo mais suave em relação ao capô, e a janela à frente da porta aumentou de tamanho. Na lateral, o vinco da linha de ombro ganhou uma curvatura diagonal. Na dianteira, o pára-choque está mais volumoso e o capô tem vincos em "V".
No interior, o volante de três raios veio do Civic, assim como o painel com iluminação permanente. No centro do velocímetro, aparece o visor do computador de bordo, um dos itens dos quais nós, brasileiros, sentíamos falta. A carroceria, segundo a Honda, ficou 164% mais rígida, permitindo o amolecimento de molas e amortecedores, melhorando o conforto sem comprometer a dirigibilidade.
O Honda pode ter perdido a cara de bonzinho. Mas continua o mesmo boa-praça que conquistou fãs pelo mundo todo.
Fonte: quatrorodas.abril.com.br
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